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Comece pelo trabalho que tem gabarito

A escolha da primeira tarefa decide se o seu projeto de IA vira resultado ou vira discussão sem fim sobre qualidade.

Rafael MilagreRafael MilagreFounder do Viver de IA
Arte oficial da publicação da OpenAI sobre agentes em computação científica
Scientific computing in the age of agentic AIImagem: OpenAI
Na dose de hoje

O essencial antes de continuar

Onde funciona primeiro

Trabalho em que dá para dizer objetivamente se ficou certo.

Por que isso importa

Sem gabarito, a discussão vira gosto pessoal e o projeto trava.

Aplique hoje

Três perguntas para escolher a tarefa certa antes de gastar a primeira hora.

O padrão

Onde a IA está entregando resultado agora

A OpenAI publicou um relato sobre cientistas usando agentes de código para modernizar programas de computação científica. O ponto que interessa a quem opera empresa não é a ciência: é a natureza do trabalho.

Código tem gabarito. Ou compila, ou não. Ou passa no teste, ou não passa. É por isso que essa foi a primeira frente onde agente virou rotina, e não vitrine.

Aplique hoje

Três perguntas antes de escolher a primeira tarefa

Primeira: existe uma forma objetiva de dizer se a entrega ficou certa? Conferência com uma planilha, um checklist assinado, um número que bate. Se a resposta for o sentimento de alguém, escolha outra tarefa.

Segunda: alguém faz isso toda semana? Tarefa rara não gera aprendizado e não paga o esforço de desenhar o processo.

Terceira: o erro é barato de descobrir? Se um erro só aparece três meses depois, na frente do cliente, comece por outro lugar.

O critério

Duas respostas sim e você tem o piloto

Tarefa com gabarito, repetida e com erro barato: esse é o desenho que faz o time confiar no resultado. A confiança vem do processo de conferência, não do discurso sobre a ferramenta.

Liste três candidatas hoje e passe as três perguntas em cada uma. A que responder sim nas três é o seu começo, mesmo que não seja a mais importante da empresa.

Transparência editorial

Fontes desta edição

  1. OpenAIScientific computing in the age of agentic AI
Sua leitura ajuda a próxima dose

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