Onde avisar que o conteúdo foi feito com IA
A regra que grandes plataformas assinaram lá fora chega ao seu negócio como uma pergunta simples: em quais peças o cliente precisa saber que teve máquina no meio.

O essencial antes de continuar
Plataformas grandes assinaram um código europeu para identificar mídia feita por IA.
Avisar onde a origem muda a decisão de quem lê, não em tudo.
Três faixas para classificar suas peças e a regra de cada uma.
A régua da transparência saiu do discurso
A Meta anunciou que assina o código de práticas europeu sobre transparência de conteúdo gerado por IA. Na prática, é o reconhecimento de que mídia sintética precisa ser identificável por quem consome.
Isso não é uma obrigação para a sua empresa hoje. Mas antecipa uma expectativa que já chegou nos seus clientes: quando a peça foi feita por máquina, alguém vai querer saber.
Três faixas para as suas peças
Faixa um, avisar sempre: peça que passa por autoridade, como parecer, laudo, recomendação técnica ou comunicado oficial. Aqui a origem muda o peso do que foi dito.
Faixa dois, avisar quando perguntarem: material de apoio, resumo interno, primeira versão de texto que passou por revisão humana. Não esconda, mas não precisa carimbar.
Faixa três, não precisa: rascunho, pesquisa interna, organização de informação que ninguém publica. Aviso aqui vira ruído.
Quem decide com base nisso precisa saber
A régua é uma pergunta só: se o cliente soubesse que essa peça teve máquina no meio, ele decidiria diferente? Se sim, avise antes que ele pergunte.
Escreva a classificação das suas peças em uma página e mostre para o time esta semana. Sem isso, cada pessoa inventa a própria regra e a empresa fala com duas vozes.
